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O Brasil tornou-se celébre mundialmente com as experiências do orçamento participativo em algumas capitais do país como Porto Alegre e Belém, quando assistimos a um esgotamento dessas experiências não somente no Brasil e na América Latina, mas também em outros continentes, esquecemos que alternativas em termos de espaços públicos têm lugar em territórios rurais e urbanos, reconhecidos pelos poderes públicos nacionais como espaços destinados a experimentar novas formas de desenvolvimento baseadas nas exigências de conservação da biodiversidade e da sociodiversidade.

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Em artigo recente iniciamos um debate sobre a necessidade das cidades possuírem um projeto de gestão territorial que busque permanentemente a sustentabilidade e a justiça social. Entretanto, sugerimos o entendimento dos conceitos de sustentabilidade e justiça social em seus sentidos mais amplos que envolvam não somente as dimensões ecológicas, sociais, culturais e econômicas, mas também as questões políticos-institucionais e todos os seus desdobramentos. Então vejamos alguns indicadores que desafiam as cidades no Brasil e, em especial, Belém para a consecução de uma cidade justa, includente e sustentável.

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A humanidade assistirá a mais uma Conferência sobre Mudanças Climáticas e discussões sobre a redução de CO2. O debate iniciou-se em 1971, devido aos impactos socioeconômicos causados por enchentes, secas e ciclones. O principal documento em debate é o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), que seleciona dados científicos existentes, de acordo com critérios próprios, para fornecer argumentos sobre a influência da atividade humana sobre as mudanças climáticas.

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Com o avanço das técnicas de geoprocessamento, sensoriamento remoto, posicionamento global, entre outros (as chamadas geotecnologias), ocorreu a sistematização de informações com maior precisão sobre a superfície terrestre, com a disponibilização de dados de posicionamento, área, distância, altitude e a forma/configuração de um determinado local, objeto ou fenômeno (edifícios, ruas, praças, corpos d’água, etc.). Essas mesmas geotecnologias contribuem para o ordenamento territorial, o uso e a ocupação do solo urbano municipal, além de serem opções promissoras para a construção de mecanismos que facilitemo planejamento municipal, com ênfase nos sistemas de cadastros municipais, com informações sobre a malha urbana, infraestrutura, dados sociais, áreas verdes, etc.