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Por Marcel Assis Batista do Nascimento*

Na atualidade, o turismo enfrenta um novo paradigma: o de ser uma prática sustentável, socialmente equilibrada e resiliente. Historicamente, a expansão massiva do setor — evidenciada, no Brasil, pela larga preferência pelo segmento de sol e praia — resultou em desafios críticos à gestão territorial, social e ambiental.

Ana Amélia de Araújo Maciel apresentará no dia 5 de novembro de 2025, às 14h, em NUMA Acadêmico, a sua pesquisa intitulada "RECURSOS AMBIENTAIS E CULINÁRIA MARAJOARA COMO PROMOTORES DE DESENVOLVIMENTO LOCAL: resgate de saberes e fazeres na comunidade Cajueiro no município de Ponta de Pedras, Marajó, estado do Pará, Brasil ", desenvolvida sob orientação acadêmica da Prof.ª Dr.ª Maria do Socorro Almeida Flores. A banca será composta ainda pela Prof.ª Dr.ª Marise Teles Condurú (PPGEDAM/UFPA); Prof.ª Dr.ª Renata Coelho Rodrigues Noronha (PPGBIOTEC - ICB/UFPA); Prof. Dr. José Augusto Carvalho de Araújo (PPGCA/UEPA); Prof.ª Drª. Irlanda do Socorro de Oliveira Miléo (PPGETNO/UFPA); e Prof. Dr. Hélio Luiz Fonseca Moreira (PPGP/UFPA).

EDSON FURTADO LOUZADA apresentará no dia 30 de outubro de 2025, às 8h, no NUMA, a sua pesquisa intitulada "O PAPEL DAS UNIVERSIDADES FEDERAIS NO MERCADO INSTITUCONAL DE ALIMENTOS", desenvolvida sob orientação acadêmica do Prof. Dr. Gilberto de Miranda Rocha. A banca será composta ainda pela Prof.ª Dr.ª Maria do Socorro Almeida Flores, Prof. Dr. Christian Nunes da Silva, Prof.ª Dr.ª Xaene Maria Fernandes Duarte Mendonça (Programa de Pós-Graduação em Gestão e Saúde na Amazônia (PPGGSA/FSCMPA) e Prof. Dr. Raimundo da Costa Almeida (PROAD/UFPA).

Por José Bruno Araújo de Almeida 1

A fumaça que cobre os céus da Amazônia e as enchentes que assolam nossas cidades não são mais eventos isolados, mas sim o rosto visível e cada vez mais frequente de uma crise climática que já afeta a todos nós. Diante de um cenário de urgência, onde os termômetros globais insistem em quebrar recordes, como os dados do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) de 2025 que apontam para um aquecimento médio já superior a 1,5°C em relação aos níveis pré-industriais, a falta de ação se tornou a mais perigosa das escolhas.